sexta-feira, 1 de maio de 2015

"UM POEMA DE FADAS- O ELFO NA ROSEIRA"

Introdução de Lilly Rose, adaptado de Ted Andrews, 
"O Encanto do Mundo das Fadas", Editora Nova Era.
Texto de Hans Christian Andersen . Adaptação poética " Um Poema de Fadas - O Elfo na Roseira " por Lilly Rose, " Contos Completos de Hans Christian Andersen ", Editora Chancellor Press.
Imagens Fonte: www.glimboo.com


No Reino Mortal quem já viu, não consegue descrever cena mais encantadora que a de Fadas e Elfos das Flores, juntos a trabalhar por entre a Natureza.
Cada um destes graciosos seres encarrega-se de zelar e cuidar de uma flor em especial.

Estas Fadas e Elfos são imbuídos de inspecionar a atividade de todos os demais Seres Etéricos a eles subordinados, que auxiliam no crescimento sadio da flor que lhes foi entregue aos seus cuidados.

Se quisermos descobrir e nos deleitar com a magia natural e a verdadeira beleza de uma flor, teremos um pequeno desafio adiante, mas que logrado seu sucesso, muito prazeroso 
tornar-se-á para nossa alma imortal.

O desafio será conectar-se com a Fada ou Elfo Protetor(a) da respectiva Flor.

Somente assim conseguiremos entender e ver de fato a beleza Divina de uma singela flor, e expandir nossa percepção para chegarmos a conhecer todos estes Mágicos Seres que zelam pela Grande Mãe Natureza e com os quais temos ainda muito a aprender .


UM POEMA DE FADAS - O ELFO NA ROSEIRA

" No meio de um jardim crescera um roseiral, que se encontrava carregado de rosas...

Em uma delas, a mais linda de todas, vivia um Elfo.

Era tão minúsculo que os olhos humanos não o enxergavam,

Atrás de cada pétala de rosa ele construíra um quarto.

Era harmonioso e belo como qualquer criança e possuía asas que iam dos ombros aos pés

Ah, que fragrância se desprendia das paredes de seus quartos,

E quão claras e luzentes eram elas !

Todas feitas de pálidas pétalas de rosa.

Passava o dia a se aquecer ao Sol e a voar de flor em flor,

Dançando nas asas das borboletas e calculando qtos passos teria que dar p/ percorrer,

Todas as avenidas e cruzamentos nas nervuras de uma única folha.

É que essas veias eram as suas ruas e estradas...

As estradas que o Divino oferece a todos nós, através de nossa Mãe Natureza..."


Autor: Hans Christian Andersen, Livre Adaptação Poética por Lilly Rose.


Aromas de Rosas...

Lilly Rose

A LENDA DA FADA ALAMOA

Texto de Lilly Rose, adaptado dos estudos de Rosane Volpatto.
 Imagem Fonte: www.glimboo.com


Esta bela lenda de uma Fada Brasileira é sempre um verdadeiro 
convite ao mundo da magia e do amor !

Aprecie e sonhe :

" Em tempos que há muito se foram, existiu na Ilha de Fernando de Noronha um Reino encantado.
Sua linda Rainha chamava-se Fada Alamoa. Uma jovem deslumbrante com cabelos da cor do ouro. Seu grande palácio situava-se no alto da mais majestosa colina, a Colina Verde.

Diante desta exuberante paisagem Alamoa podia avistar logo nos primeiros raios de sol seu magnífico Jardim e até o bater das águas cristalinas entre as pedras.

Porém, um dia o Cruzeiro do Sul foi descoberto e com eles chegaram as caravelas e seus navegantes. O Reino então perdeu seu encanto, seus suntuosos palácios transformaram-se em 
negros blocos de basalto e suas deslumbrantes galerias em rochedos.

Mesmo assim, segundo as lendas até os dias de hoje, há quem diga 
 ver em Fernando de Noronha, a bela Fada Alamoa montada em cães selvagens à noite, 
vagando entre os montes e praias de seu amado Reino,
 ao qual jamais abandonou ! "


Aromas de brisas do mar...

Lilly Rose

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

AS FADAS DOS TROPÉIS E SEU BELO REINO

AS FADAS DOS TROPÉIS E SEU BELO REINO


Texto adaptado dos Estudos de Lilly Rose sobre Elementais, e de Ted Andrews, O Encanto do Mundo das Fadas, Editora Record.Imagem "Senhor dos Aneis" Fonte:www.google.com - Aragorn & Arwen (Atores Viggo Mortensen & Liv Tyler). Demais Imagens Fonte: Arquivos de Lilly Rose.


Muito antes do Ser Humano delimitar fronteiras na Terra, as Fadas e demais Seres Etéricos circulavam livremente pelo Mundo.
A Origem do termo "Fada" provavelmente tem suas raízes na palavra Latina "fatum", que significa Destino ou Fatalidade.
Uma clara alusão às Habilidades Etéricas em prever e interferir no Destino Humano.

No Passado, o contato entre Seres Etéricos e Humanos era facto comum. Mas as Fadas em especial, sempre possuíram uma Natureza volúvel, característica esta que hoje aliada à descrença do Homem em relação à existência dos Seres Etéricos, dificulta cada vez mais sua Visualização. Principalmente por Mortais extremamente Céticos, Racionais ou apegados por demais ao Materialismo Mundano.

A Crença no País ou Reino das Fadas é extremamente antiga, e remonta desde a Grécia de Outrora até chegar em seu Ápice, entre as Culturas Celtas e Escandinavas. Para estes Povos do Velho Mundo a existência do Pais das Fadas era facto notório, inquestionávelmente Concreto e Unânime entre os Seus.

Nas Antigas Grã-Bretanha e Irlanda as Fadas eram normalmente divididas de início em duas Categorias Básicas:

UMA FADA SELVAGEM SOLITÁRIA EM DEVANEIO AO LUAR


A- FADAS SELVAGENS: De Linhagem Inferior, ou menos Evoluídas na Hierarquia Etérica, eram Fadas extremamente arredias ao Contato Humano, e de Natureza indomável e solitária. Seu Habitat natural eram geralmente matas fechadas e de difícil acesso ao Homem.

UMA FADA DOS TROPÉIS A TOCAR SUAVE E MÁGICA MELODIA


B- FADAS DOS TROPÉIS: Diferentes das Fadas Selvagens, estas Fadas apreciavam conviver em alegres Grupos Etéricos. Sua Natureza era mais Evoluída espiritualmente que às das Fadas Selvagens. Eram consideradas a "Aristocracia" do País das Fadas. Dizia-se ainda que eram descendentes diretas dos Antigos Deuses.

Na Categoria das Fadas dos Tropéis estariam inclusas: as "Tuatha de Danaan", o Povo Consagrado da Deusa Celta "Dana", famosa por seus incontestáveis Poderes Mágicos e Destreza em toda a sorte de atividades.

Uma das Magias prediletas das Fadas dos Tropéis chamáva-se GLAMOUR. Ou a Habilidade que possuíam em fazer o Ser Humano visualizar somente o que elas desejassem; "Tudo", ou até mesmo "Nada", quando seu intento seria permanecerem invisíveis aos olhos Mortais.

Comparadas às Fadas Selvagens, cuja natureza era estritamente solitária, as Fadas dos Tropéis além de Belíssimas, apreciavam o contato com o Ser Humano.

AMOR SUPREMA MAGIA QUE UNE REINOS MORTAL E ETÉRICO


Portanto não é de estranhar-se que Antigos Relatos Bretãos atestem o "acasalamento" entre esta Categoria de Fadas (e outros Elementais como Elfas), com Homens do Reino Mortal. Mas o preço a ser pago para vivenciar tão grande Amor, era extremamente alto e arriscado para uma Fada ou Elfa...

Poderiam elas perder parcial ou totalmente sua Essência Etérica, a ponto desse facto levá-las à Morte. Contudo no momemto da União Plena entre Dois Mundos Distintos, nasceria para jamais fenecer, uma Energia provinda deste Mágico Amor, que expandiría-se à Natureza de forma tão bela e intensa, que perduraria Séculos e Séculos, mesmo após a morte das Apaixonadas Fadas ou Elfas.

Estudiosos de Elementais e também Teosofistas, afirmam que destas fantásticas Uniões entre Reinos Etérico e Mortal, teria surgido uma nova Linhagem de Seres Mágicos ( metade Humanos e metade Etéreos). Esta Linhagem sobreviveu ao longo do Tempo e encontraría-se ainda hoje ao nosso redor, sem que nos apercebêssemos de sua Presença...

Ainda segundo Estudiosos do Tema, para um Ser Humano visualizar esta Linhagem, ou mesmo uma Fada ou qualquer outro Ser do Reino Invisível, seria necessário além do Amor ao Próximo e Respeito à Mãe Natureza, outras três Virtudes, cada vez mais raras no Homem Moderno : 

HUMILDADE, GENEROSIDADE E SINCERIDADE.

Aromas de Rosas...

Lilly Rose

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

AS MÁGICAS E MISTERIOSAS TRILHAS CELTAS

AS MÁGICAS E MISTERIOSAS TRILHAS CELTAS

Texto de Lilly Rose. Adaptado de Pesquisas de Lilly Rose e Andy Baggott, Rituais Celtas, Editora Madras. Imagem 1 Fonte: www.intute.ac.uk - Imagens 2 e 3 Fontes: www.google.com - Imagem 4 Fonte: www.remosworld.net


AS MÁGICAS E MISTERIOSAS TRILHAS CELTAS

Quando nos deparamos com o Estudo de Antigas e Sábias Civilizações como os Celtas, de início ficamos a imaginar; que fascinantes, pacíficas e mágicas Vidas possuíam aquelas pessoas...

Sim, não restam dúvidas de que Civilização e Cultura Celtas deixaram-nos um Legado fantástico, rico em Tradições, Conhecimento e Reverência à Natureza.

Contudo ao nos aprofundarmos um pouco mais em tais Legados, descobriremos que "ser um Celta Vivo", era verdadeira e invejável proeza. Já "ser um Celta Morto" era tarefa bem mais fácil, e por vezes não muito digna de ser lembrada.

Pois os Celtas, priorizavam além do Respeito à Natureza, também a Coragem e a Honradez. Logo era bem melhor ao "Falecido" ter sido em Vida Honesto, Honrado e Destemido. E com uma História digna de ser contada a seus Descendentes. Caso contrário, tornaría-se exemplo de vergonha e covardia para sua Família e futuras Gerações.

GUERREIROS CELTAS - AMOR À NATUREZA, CORAGEM E HONRADEZ


E o que dizer então das viagens constantes, que necessitavam fazer os Celtas ? Eis aí outra grande aventura de Coragem e Sobrevivência.
Aqueles ( 1.800 Anos A.C aproximadamente ) eram tempos difíceis. Quando um Celta partia em viagem já sabia que inevitável seria, ter de embrenhar-se em trilhas meio a matas fechadas para chegar ao seu Destino.

Estas matas cobriam praticamente toda a Antiga Bretanha. E muitos Caminhos levavam o viajante incauto à tribos inimigas, tocas de Animais ferozes ou Portais para o Mundo Etérico, de onde dificilmente podería-se retornar...

Portanto ao decidir-se por uma viagem, um Celta deveria saber exatamente sua rota e como evitar os prováveis perigos de seu percurso.

Celtas não possuíam mapas ou bússolas, mas tinham algo muito melhor, e de causar inveja ao Homem Moderno. Para orientar um Viajante, os Celtas valiam-se dos "Fili".

"Fili" integravam uma Ordem singular dentro da Classe dos Sacerdotes Celtas, os Druídas. Os "Fili" eram Homens considerados verdadeiros " Atlas Caminhantes ".

UM JOVEM FILIDH AGUARDANDO ALEGREMENTE UM VIAJANTE


Eram eles desde a mais tenra idade, escolhidos para um Disciplinado Treinamento de Memória. Uma vez encerrado tal Aprendizado um "Filidh" ( singular de Fili ), galgaria mais 12 Anos de estudo a fim de memorizar 250 Histórias primárias e 100 secundárias. Tais Histórias, ofereciam ao Viajante 350 Mapas precisos de diversas regiões Bretãs, detalhando nelas trilhas com pontos estratégicos para uma rota segura.
Tais como marcos populares da época, perigos conhecidos, locais para repouso, todos perfeitamente anotados na memória do "Filidh".

Muitas das trilhas Celtas eram chamadas de "Caminhos ou Trilhas do Dragão" ou "da Serpente", pois estavam ligadas diretamente à Matriz Energética da Terra. Alguns destes Caminhos eram considerados Locais Sagrados como Glastonbury, Ridgeway que culminava em Avebury.

Mas mesmo com as sábias orientações dos "Fili", o Viajante Celta não estaria livre de todos os perigos que espreitavam sua rota.

OS BELOS, SEDUTORES E PERIGOSOS CAMINHOS ENCANTADOS


Cruzando as Trilhas do Dragão haviam outros Caminhos conhecidos como "Os Caminhos Encantados". Estes Caminhos eram habitados por Seres Etéricos (principalmente Fadas, Elfos, Duendes, Gnomos e Ondinas). E diferentemente das Rotas do Dragão, eram trilhas difícéis de serem identificadas.

Os "Caminhos Encantados" levavam facilmente um Viajante cansado a extenuar-se por completo, seguindo por exemplo uma Bela Fada. Ou ainda, perdería-se definitivamente ao deparar-se de súbito com a "Bruma ou Névoa Encantada", que o levaria para todo sempre ao Reino Etérico...

As chances de tais infortúnios ocorrerem, tornavam-se cada vez maiores se o Viajante não demonstrasse respeito aos Seres Etéricos e à Natureza. Então era sempre prudente ao adentrar em Terras Mágicas, o Viajante deixar de bom grado enquanto seguisse seu rumo, alguma oferenda ao Mundo Encantado. Como pequenos Cristais para Fadas e Gnomos, Flores para Elfos e Ondinas, ou Alimentos e objetos coloridos para Duendes.

Assim garantía-se a segurança na travessia pelos "Caminhos Encantados" e deles sairía-se ileso, retomando seu rumo pelas Confiáveis "Trilhas do Dragão".

Todas estas Histórias devem ser hoje encaradas por nós como Sábias Parábolas, que nos mostram e ensinam claramente a necessidade e importância de respeitarmos e preservarmos nossa Divina Mãe-Terra.


Aromas de Rosas...

Lilly Rose

SAILLE, UMA DAS ÁRVORES MÁGICAS CELTAS

SAILLE, UMA DAS ÁRVORES MÁGICAS CELTAS
Texto de Lilly Rose. Adaptado de Andy Baggott, Rituais Celtas, Editora Madras e de Gerina Dunwich, O Livro das Ervas, Magias e
Sonhos, Bertrand Brasil Editora. Imagens Fonte : Arquivos de Lilly Rose.


Saille (da Linguagem Celta Druídica de nome OGAM) ou Salgueiro, era para os Antigos Celtas uma Árvore não apenas considerada Mágica,como também Abençoada e Sagrada a todos os Magos, Videntes e Poetas de seu Tempo.

Por estar associado à Primavera e à Artes de Cura, o Salgueiro estava sempre presente nos Festivais da Deusa da Cura e Proteção dos Poços Sagrados, a Bela Deusa Brighid.

Saille apreciando desenvolver-se em lugares com Água, logo a este Elemento de Purificação foi associado, principalmente para finalidades de Cura e Rituais Mágicos relacionados à Lua.

Varinhas de Condão geralmente eram confeccionadas por diversos tipos de Madeira. Mas aquelas feitas a partir de Saille, eram consideradas extremamente poderosas e especiais. Para tanto, seus ramos eram cortados somente em noites de Lua Cheia, a fim de serem usados nos inúmeros Cerimoniais Lunares Célticos.

BRIGHID - DEUSA DA CURA E PROTEÇÃO DOS POÇOS SAGRADOS


Druídas e Profetizas também possuíam singular predileção pelos Ramos do Salgueiro.
Os utilizavam na produção de Talismãs de Proteção Pessoal e em Rituais Divinatórios que necessitassem do Elemento Água.

Dizía-se ainda, que a casca desta Mágica Árvore resultava em um excelente Chá para aliviar febres de diversas enfermidades, problemas de pele e bucais bem como para a lavagem externa de ferimentos, inchaços e queimaduras.

Por todas estas características e propriedades, o Salgueiro ainda hoje é reverenciado pelos Seguidores dos Costumes Célticos como uma das Árvores Mágicas mais Tradicionais da Antiga Religião.


Aromas de Saille...

Lilly Rose

sábado, 30 de agosto de 2014

A ÁRVORE ZODIACAL CELTA OU SEU BOSQUE MÁGICO

A ÁRVORE ZODIACAL CELTA OU SEU BOSQUE MÁGICO
Texto de Lilly Rose. Adaptado de Montse Osuna, "O Livro Secreto da Magia Celta", Editora Universo dos Livros e Eddie Van Feu - Sonhos, Futuro e Magia, "A Árvore da Sua Vida" - Editora Modus. Imagem Fonte: www.renderosity.com

Os Antigos Celtas possuíam sua Versão Astrológica de Correspondências Zodiacais extremanente naturais e eficientes. Estas revelavam características de uma personalidade, que através de Rituais e Magias Druídicas, poderiam aprimorar o caráter, proteger e prever acontecimentos futuros.

O Nome Simbólico "Bosque Mágico"fôra adotado pela Ordem dos Sumos Sacerdotes Celtas, os Druidas e Druidisas. Cada Sacerdote de acordo com o Zodíaco Celta, associaria as características de uma Pessoa (por sua Data Natalícia), à uma Árvore Mágica.

Esta associação uma vez identificada e analisada formaria um verdadeiro Bosque Virtual de Magia, cujas vibrações interagiriam benéficamente com o Bosque Real, criado pela Grande Mãe Natureza.

Para os Celtas comuns a Árvore Zodiacal, não lhes apresentava grande influência, ou relevância em suas Vidas. Era comum inclusive, boa parte dos Aldeões ignorar até mesmo sua Árvore Zodiacal correspondente.

Já para os Membros Druídicos (em especial àqueles que dedicavam realmente suas Vidas à Alta Magia), conhecer sua própria Árvore Zodiacal era considerado não apenas um exercício necessário mas acima de tudo fator Essencial p/seu Aprimoramento Espiritual, e Evolução na Prática da Magia.

De acordo c/nosso Atual Calendário poderemos facilmente conhecer nossa Árvore Zodiacal Celta, correspondente à nossa personalidade. Para tanto basta sabermos qual Árvore rege nossa Data de Nascimento.

"NOSSA ÁRVORE ZODIACAL CELTA E NOSSA DATA NATALÍCIA"

1- BÉTULA: 24 de Dezembro a 20 de Janeiro.

2- SORVEIRA: 21 de Janeiro a 17 de Fevereiro.

3- FREIXO: 18 de Fevereiro a 17 de Março.

4- NOGUEIRA: 18 de Março a 14 de Abril.

5- SALGUEIRO: 15 de Abril a 12 de Maio.

6- ESPINHEIRO: 13 de Maio a 09 de Junho.

7- CARVALHO: 10 de Junho a 07 de Julho.

8- AZEVINHO: 08 de Julho a 04 de Agosto.

9- CASTANHEIRO: 05 de Agosto à 01 de Setembro.

10- VIDEIRA: 02 de Setembro a 29 de Setembro.

11- FAIA: 30 de Setembro a 27 de Outubro.

12- AZINHEIRA: 28 de Outubro a 24 de Novembro

13- SABUGUEIRO: 25 de Novembro a 23 de Dezembro.

Aromas de Lavanda...

Lilly Rose

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

MAGIA E PODERES DAS 13 LUAS CHEIAS DRUIDAS

MAGIA E PODERES DAS 13 LUAS CHEIAS DRUIDAS

Texto de Lilly Rose. Inspirado e Adaptado de Sirona Knight, Explorando o Druidismo Celta, 
Editora Madras.
Imagens Fonte: www.ultrad.com.br e www.glimboo.com


Temos sempre uma grande oportunidade de canalizarmos Boas Energias quando aproxima-se uma Fase de Lua Cheia. Portanto nada mais adequado do que conhecermos um pouco sobre o Poder das Treze Luas Cheias Druidas.

Desde os mais remotos tempos junto ao Sol, a Lua sempre exerceu um fascínio inigualável para o Homem.

A Ciência comprova que em torno de 70% do Corpo Humano é formado por Água.
Mesmo assim alguns Cientistas ainda discordam da informação a seguir: a Lua afeta todo e qualquer fluxo de Água sobre a Terra.


Consequentemente afeta nossos Corpos e de demais Seres Vivos.
Ou seja, Seres onde a Água é parte predominante de sua Constituição Corporal.

No Esoterismo isto é fato comprovado e inquestionável. E neste contexto existe um momento de Poder extraordinário p/visualizarmos e usufruirmos dos Encantos e Magias da Lua.

Este momento constitui-se nos Três Estágios da Lua, ligados diretamente à figura Tríplice da Grande Deusa Mãe, da Antiga Religião.

PRIMEIRO - Estágio da Dama: Este representa a Lua Nova. Ou a Adolescente, a Virgem. Um Ser puro e gracioso, cheio de curiosidade, esperanças e desejos.

SEGUNDO - Estágio da Mãe: Personifica a exuberância da Lua Cheia. É a Senhora Divina em todo seu Esplendor.

TERCEIRO - Estágio da Feiticeira: Representaria o Lado Escuro da Lua, com seus Enigmas e Mistérios. A Anciã, aquela que muito viveu e aprendeu. Poderosa e Sábia, detentora de todo o Conhecimento.


Através de um bom Calendário ou de uma *Efemérides Simples, poderemos identificar com precisão o tempo exato da Lua Alta ou Cheia(Boas Lojas Esotéricas são uma excelente opção para adquirirmos tais Calendários).

Neste Momento a Lua está em sua maior Força, atraindo naturalmente Fortes Energias. Tais Energias podem ser canalizadas de forma Positiva para Pedidos, Encantamentos e Rituais.

Costuma-se celebrar a Lua Cheia por esta e outras razões dentro do Esoterismo.
O ideal é fazê-lo na noite mais próxima da Lua Cheia de fato, ou enquanto ela está tornando-se Cheia.

Então Aproveitemos esta Ocasião Mágica p/pedidos de Paz, Amorosidade, Saúde e Prosperidade!

E o façamos não apenas p/nós, mas também para toda a Mãe Terra e seus Amados Filhos. E principalmente p/a Harmonia e Equilíbrio do Cosmos.

Na Tradição **Druída Gwyddônica, existem 13 Luas Cheias. Segue-se a sequência de seus Nomes a partir da primeira Lua Cheia, logo após o ***Solstício de Inverno.

1- Lobo 2 - Tempestade 3- Castidade 4- Semente 5- Lebre 6- Díade 7- Campina

8- Mosto de Ceveja 9- Cevada 10- Vinho 11- Sangue 12- Neve 13- Carvalho.


Fantasia

NOTA DA FADINHA:

* EFEMÉRIDES: Tabelas que nos mostram o movimento dos Corpos Celestes (como por exemplo movimentos da Lua e do Sol, entre outros dados Astronômicos)

** TRADIÇÃO DRUIDA GWYDDÔNICA: Caminho Religioso e Filosófico com raízes na Antiga Religião Celta. Nos orienta no aperfeiçoamento de nosso "Eu Interior", tomando por base o Conceito de Unidade Divina. Assim melhoramos e prosperamos nossa qualidade de Vida.

*** SOLSTÍCIO: Intervalo de tempo entre o Verão e o Inverno. Quando o Sol está em sua maior distância do Equador Celeste.
Nos Fundamentos da Antiga Religião ambos os Solstícios, de Verão e Inverno são considerados Dias de Grande Poder e Energia.


Aromas de Rosas...

Lilly Rose