quinta-feira, 28 de agosto de 2014

TERRA DAS FADAS - BERÇO MÁGICO DE ARTHUR, EXCALIBUR E LANCELOT


Texto de Lilly Rose. Adaptado dos Estudos de Lilly Rose e de: H. Gerenstadt, "Avalon e o Graal", Editora Madras, Adriana Zierer & Orlando Paes Filho, "Artur" - Universo Angus, Editora Planeta. Imagem 1 Fonte: www.flickr.com ( Ator Nigel Terry como Rei Arthur no Filme Excalibur, 1981). Imagem 2 Fonte: www.glimboo.com ( Fadas a Caminho da Terra das Maças ou Avalon). Video "Nigel Terry The Real King Arthur" Autora Lilly Rose.

TERRA DAS FADAS - BERÇO MÁGICO DE ARTHUR, EXCALIBUR E LANCELOT

Vindas diretamente da Terra das Fadas ou Ilha das Maçãs, chegavam aos Celtas as façanhas de um Bravo Guerreiro e seus destemidos Cavaleiros. O Nome deste Guerreiro Celta: Arthur Pendragon.

Suas proezas tornaram-se conhecidas pelo povo que as relatava oralmente de pais p/filhos. E teriam sido associadas inicialmente a uma antiga lenda anônima, de Título "KULWCH & OLWEN" que remontaria aos meados do Século VII(?).

Tão belas e prodigiosas Histórias foram transcritas somente por volta do Século XII no Continente Europeu. A esta altura o Mito e o Homem já eram um só, assim como todo o fascínio que envolve até os dias atuais a simples menção do nome "Rei Arthur".

De acordo c/as mais antigas Tradições Celtas Arthur teria nascido na chamada Ilha das Maçãs, também conhecida por diversos outros nomes tais como: Avalon, Emain Ablach, País do Sol, Caer Sidd, Terra das Fadas, Terra da Imortalidade e Terra dos Mortos.

Variadas eram também as versões das Lendas Athurianas entre os Celtas. Mas em todas elas uma temática era constante e inquestionável: A Mágica relação entre o Herói e o Mundo Invisível, representada pelos Deuses da época ou Forças Sobrenaturais.

Terra das Maçãs no Mundo Céltico era a Morada por excelência do Deus Sol ou Lugh.
Este seria o Paraíso deste sábio Povo, podendo ainda ser chamado pelo nome de "Caer Sidd".

Também na Terra das Maçãs ou Terra das Fadas teria sido forjada( para garantir seu poder de invencibilidade sobrenatural), uma espada digna de um verdadeiro Rei, "Excalibur" ou "Caladffwlch", que significa "Duro Corte".

Reino Místico e Fascinante, Avalon teria sido também o berço de Sir Lancelot du Lac. Belo e Bravo Guerreiro, nascido e criado por Fadas, virtuoso e corajoso, com força física inigualável; frutos de sua Pureza Ímpar.

Tão perfeito Cavaleiro supostamente teria nascido da união da Bela Fada Vivianne ou Dama do Lago, com um dos maiores Magos daqueles tempos Merlim, ou em Galês Myrddin.

Os Celtas tinham orgulho de suas origens e de seus Bravos Antepassados como Arthur. Para eles então Avalon seria seu Éden, a Terra dos Mortos ou da Eterna Juventude.
Esta fantástica Ilha envolvida por Mágicas Brumas, era governada por Morgana ou Morgaine, irmã de Arthur juntamente com suas outras nove Irmãs. Todas elas eram detentoras de vários Poderes e Dons, dentre eles o da Imortalidade.

FADAS A CAMINHO DA TERRA DAS MAÇÃS OU AVALON


Avalon era conhecida como a Terra das Maçãs, pois lendas Célticas afirmavam que em tal mágico lugar o Fluxo da Energia Universal estaria em pleno e absoluto equilíbrio.
Razão esta pela qual nesta Paradisíaca Ilha não era necessário trabalhar pois jamais nela faltariam alimentos...

Segundo o Clérico Galês Geoffrey de Monmouthm (que escreveu uma clássica narrativa Arthuriana, "História dos Reis da Bretanha" entre 1135 a 1138), a Terra das Fadas ou das Maçãs era tão abundantemente farta, que em vez de grama o chão era sempre coberto por frutos.

Neste deslumbrante Paraíso eternamente jorrava-se, por toda a parte, deliciosos e adocicados vinhos. E aqueles que ali habitavam desconheciam por completo o Envelhecimento e Doenças.

Diziam ainda as Lendas sobre a Terra das Maçâs, que nela existiria um Mágico Caldeirão, responsável pela infindável abundância existente na Terra das Fadas ou Avalon.

Sobre os momentos finais do Nobre Rei Bretão as lendas Célticas também foram prolíferas...

Algumas afirmam que após sua última batalha em Camlan contra Mordred, Arthur teria partido junto à sua amada Irmã Morgana p/Avalon curar seus ferimentos para nunca mais voltar ao Reino dos Homens.

Outras lendas datadas do mesmo período(?) asseguram que o Grande Rei de Camelot, teria entrado mágicamente em sono profundo, e assim permaneceria até o dia em que o Reino Mortal estivesse finalmente preparado para compreendê-lo e recebê-lo novamente...

VIDEO "NIGEL TERRY - THE REAL KING ARTHUR", Autora Lilly Rose ou SpyGrunge 1968. Layout de Abertura e Créditos de Produção: Lilly Rose ou SpyGrunge 1968


VIDEO "NIGEL TERRY - THE REAL KING ARTHUR"

video

Queridos Elfos e Fadas vamos conhecer o ator protagonista de um dos melhores filmes sobre Rei Arthur. Seu nome é Nigel Terry, o filme chama-se "Excalibur", lançado em 1981.

Este Ator pode ser desconhecido para alguns Elfos e Fadas. Mas não p/mim, que nos Anos 80 entrava na Adolescência. Ao vê-lo no Filme "Excalibur" do Diretor John Boorman (1981), nunca mais conheci alguém tão similar as descrições do nobre Rei Bretão Arthur.

Óbvio que o Filme demorou uns 3 anos p/chegar ao Brasil. Mas desde miúda já amava as Lendas Arthurianas. E Nigel Terry em meu coração, continua imbatível no Papel de Rei Arthur.

Hoje ele como bom Leonino que é, não pára !! Atua nos Cinemas e c/ maior afinco nos Palcos Teatrais, sua grande paixão. E Lindo, Majestoso como Um Verdadeiro Rei !!


Aromas de Rosas...
Lilly Rose

AS MULHERES CELTAS E SEU MOMENTO SAGRADO - DERGFLAITH



Texto de Lilly Rose. Inspirado e Adaptado de Andy Baggott, "Rituais Celtas", Editora Madras. Imagem Fonte: www.magickalgraphics.com


AS MULHERES CELTAS E SEU MOMENTO SAGRADO - DERGFLAITH


Para a Antiga Sociedade Celta, Homens e Mulheres eram considerados iguais. O Sagrado Feminino representado pela Grande Deusa Mãe, trazia este Mágico e Natural Equilíbrio.
Nas Tribos, Homens e Mulheres eram respeitados entre si. Pois reconhecendo as potencialidades e limitações de cada sexo, as pessoas aprendiam a conviver melhor umas com as outras, beneficiando a própria Tribo.

As atividades eram igualmente distribuidas e nunca haviam pessoas demais a exercer o mesmo ofício . Ou pessoas de menos em qualquer outra tarefa, porque equiparando suas atividades, cada Tribo encontraria naturalmente seu equilíbro interno.

Somente em um único momento as Mulheres afastavam-se de sua Tribo. Era a ocasião da "Soberania Vermelha" ou "DERGFLAITH", ou seja, o Período Lunar ou Menstrual. Um Período considerado pelos Celtas, Sagrado. Nele as Mulheres eram vistas como Seres Abençoados, Purificadores e Santificados.

Naqueles tempos como todos viviam próximos à Natureza, tinham uma dieta alimentar saudável. Comendo e vivendo então em Harmonia, as Mulheres estavam intrinsecamente ligadas às Fases Lunares. Logo era natural ovularem e menstruarem, todas ao mesmo tempo.

Para os Celtas quando uma Mulher menstruava, toda a energia descendente de seu sangue, a conectaria c/ a terra tal qual uma âncora. Tal ancoragem lhe permitiria conhecer os mais elevados domínios Espirituais da Sabedoria, não acessíveis aos Homens.

Durante o "DERGFLAITH" as Mulheres de uma Tribo dirigiam-se a Bosques ou à Fontes Sagradas. Ali construíam uma cabana confortável onde poderiam reunir-se , compartilhar pensamentos, e buscar soluções para problemas de sua Tribo.

Hoje em nossa Sociedade as Mulheres trabalham tanto ou mais que os Homens, sangrando ou não. E o Período Menstrual (pricipalmente no Ocidente), é visto como um estado inoportuno, incômodo, que desperta diversas demosntraçãos emocionais conhecidas pelo nome de T.P.M, "Tensão Pré Menstrual"


Tanto Homens como Mulheres consideram a T.P.M um momento desagradável. Muitas chegam a tomar comprimidos específicos, somente para não menstruarem porque não querem sentir cólicas, desconforto, etc...

Ou seja, a própria Mulher vem desligando-se de sua Natureza Mágica com a Abençaoda Mãe Terra. O desconforto gerado neste período decorre normalmente de uma alimentação excessivamente industrializada e do stress, ao qual a Mulher acaba por absorver deconcetando-a de sua Essência Natural.

As Mulheres precisam resgatar seu Poder e Santidade do "DERGFLAITH", e reaprender a respeitar seu Corpo. O Corpo Feminino deve ser para a Mulher seu Templo, portanto tratado como tal.
Para isso alimentos naturais em maior quantidade, muita água, evitar álcool e fumo já serão um ótimo início.

Quanto aos Homens, já está mais do que na hora de aprenderem a respeitar esta Abençaoda condição concedida pelo Divino às Mulheres. Mesmo que suas Parceiras não tenham consciência disso, o Homem perspicaz ajudará sua Companheira nesta reconexão Santificada. Ao invés de simplesmente ignorá-la ou desrespeitá-la.

Pois quando o Homem desrespeita a Mulher está a desrespeitar a si próprio, uma vez que a Natureza Divina do Homem e da Mulher é uma só.



Aromas de Rosas...

Lilly Rose

LIVRO "LUA DAS FADAS"( LANÇADO EM 2011) - DESVENDE OS MISTÉRIOS DESTE REINO ENCANTADO-


Ilustrações de Carolina Mylius

Informações e Imagens, gentilmente cedidas por Eddie Van Feu em 12 de Junho de 2011


*O.B.S: Crianças só devem acessar os Links Esotéricos abaixo relacionados, com o consentimento de seus pais ou responsáveis.


LIVRO LUA DAS FADAS
http://luadasfadasolivro.blogspot.com/
AUTORA EDDIE VAN FEU




A aventura já começou !!Venha ajudar a jovem Bianca e o belo Anjo Zacariel, a encontrarem Analice. Perdida no Mundo mágico e misterioso das Fadas...


"LUA DAS FADAS" - A HISTÓRIA


Lua das Fadas conta a história de uma humana e um anjo em uma jornada pelo Reino das Fadas. São regras que devem ser seguidas e passos que devem ser dados com cuidado para que Bianca possa encontrar a amiga desaparecida e voltar a salvo para seu próprio mundo.

Porém, conforme a estrada se alonga e os dois se conhecem melhor, sentimentos afloram em Bianca e um segredo do passado assombra Zacariel, fazendo com que essa simples missão acabe tomando rumos inesperados num mundo onde tudo pode acontecer.

Escrito por uma profunda conhecedora da magia, o livro é um passeio real e por vezes sombrio a um mundo que poucos acreditam existir, mas que está a poucos passos de cada um de nós.



"LUA DAS FADAS" - SINOPSE

Iustração de Carolina Mylius


Depois que a melhor amiga, Analice, desaparece misteriosamente, Bianca recebe estranhas pistas de que ela possa estar no Mundo das Fadas.

Buscando ajuda do anjo encarregado do reino dos elementais do Ar, Rafael, Bianca acaba conseguindo como guia o anjo Zacariel, que não parece muito confortável nesta missão.

Antes de tudo, eles precisam conseguir o Elixir de Tir Nan Nog com a Rainha Paralda, sem o qual Bianca virará pó quando (e se) voltar para seu próprio mundo.

Em seu caminho, eles encontram fadas, ninfas, sereias, sátiros, elfos e cidades de humanos desaparecidos, sempre tentando evitar a temida Corte Unseelil, o terror do Reino das Fadas.

Mesmo discutindo quase o tempo todo, Bianca e Zacariel precisam unir suas forças para sobreviver e encontrar Analice, enquanto tentam compreender seus próprios sentimentos e descobrir quem afinal está guiando quem e para onde.




CONHEÇA A AUTORA DE "LUA DAS FADAS" - EDDIE VAN FEU




Eddie Van Feu é escritora e praticante de magia, conhecimento que caiu como uma luva em um livro sobre mundos elementais e seus habitantes.

Ela já escreveu mais de sessenta edições da Série Wicca, da Editora Escala, cerca de 20 livros de livraria e mais de 100 publicações, dentre anuários, revistas e artigos, incluindo um artigo para a Revista de Filosofia da PUC de São Paulo.

Entre seus trabalhos mais conhecidos, estão, além da tradicional Wicca, os livros A Bruxa tá Solta!, Alcatéia e O Portal. Atualmente, ela também traduz obras e escreve como uma louca em sua casa, quando não está voando pelo Brasil para dar aulas e palestras sobre a arte da magia e a arte de escrever.


Visite: http://www.eddievanfeu.com/




Aromas de Rosas...

Lilly Rose

sábado, 9 de agosto de 2014

O MISTÉRIO DAS FADAS DE COTTINGLEY

Texto de Lilly Rose inspirado e adaptado de Edward L. Gardner, “Fotos de Fadas (as fotografias de Cottingley)”, Editora Teosófica, 1982, Geoffrey Hodson, “ O Reino dos Devas e dos Espíritos da
 Natureza “, Editora Pensamento, 1999.  Sites: cottingley.net, wikipedia.org.
Fonte das Imagens: em ordem sequencial ao final deste post.

O MISTÉRIO DAS FADAS DE COTTINGLEY


A pequena Francis Griffiths e suas Fadas no Riacho de Cottingley, Inglaterra, 1917. 

No Ano de 1917 duas meninas inglesas de Yorkshire, as primas Elsie Wright (12 anos) e Francis Griffiths (8 anos), fotografaram num belo riacho do Vale de Cottingley, criaturas aparentemente não humanas. As imagens supostamente seriam de graciosas fadas. 

Segundo teosofistas e clarividentes, adolescentes sobretudo meninas, muitas vezes podem desenvolver mediunidade e clarividência involuntárias.


Da esquerda para a direita: Francis e Elsie no Riacho de Cottingley onde primeiramente teriam visualizado suas Fadas, Ano de 1921. 
A segunda imagem mostra o mesmo Riacho de Cottingley, nos dia atuais.  

A mãe de Elsie, Polly Wrigth, freqüentadora da Sociedade de Teosofia local, entusiasmada com as imagens, encaminhou-as então para o renomado teosofista inglês, Edward L. Gardner.

Este por sua vez mostrou-as ao escritor Sir Arthur Conan Doyle.
O criador do famoso investigador "Sherlock Holmes", tornara-se simpatizante do Espiritualismo e Teosofia.  E ficou totalmente fascinado com as fotos.
Por estas e outras razões, apoiou firmemente a veracidade das imagens que Edward Gardner lhe mostrou.
E ainda fez questão de conhecer pessoalmente as pequenas Elsie e Francis em Cottingley, ao lado de Gardner.

Da esquerda para a direita:  O Escritor Sir Arthur Conan Doyle
 e o Teosofista Edward Lewis Gardner.

Juntos, estes dois renomados cavalheiros ingleses passaram boa parte de suas vidas tentando comprovar a autenticidade das 2 fotos iniciais ( feitas em 1917), e de outras 3 que seriam obtidas mais tarde no ano de 1920, no mesmo Vale de Cottingley, por Elsie e Francis.

Doyle e Gardner, levaram os negativos das imagens obtidas pelas meninas p/serem analisados pelos melhores especialistas em fotografia da época.
O primeiro perito escolhido foi um renomado fotógrafo e ampliador comercial inglês,
 Mr. Harold. Snellin, morador de Wealstone - Middx.

Snellin examinou detalhadamente os negativos e concluiu que tratavam-se de imagens de
 exposição única, sem retoques. 
E de seu trabalho, surgiria  um certificado  de autenticidade às fotos de Elsie e Francis.  
Em seguida, Doyle e Gardner encaminharam novamente os negativos à equipe do então dono e fundador da Kodak, Mr. Eastman Kodak.
Seus peritos não conseguiram comprovar falhas técnicas nas 5 imagens obtidas,
 que foram analisadas minuciosamente pela equipe Kodak.

Mesmo assim a Empresa manteve prudência e cautela. 
Ou seja, não quis comprometer-se com tamanha polêmica, e na ocasião não deu um certificado de autenticidade às fotos.
Mas não têve como negar que as imagens eram o resultado de exposições simples (únicas), com chapas sem sinais de falsificação. 
Contudo, não descartou a hipótese de que as meninas poderiam ter recebido o auxílio de algum perito habilidoso em montagens fotográficas.
Esta hipótese  foi logo descartada por teosofistas e o público em geral, que de fato apaixonaram-se pelas imagens e suas pequeninas autoras.

Com certeza , Elsie e Francis em sua inocência jamais imaginariam a repercussão que suas fotos
trariam ao mundo.
 Imagens feitas por duas meninas que simplesmente amavam fadas...

Graças à influência de Sir. A.Conan Doyle as fotos foram publicadas em revistas populares da época  (como a  The Strand Magazine), e as imagens tornaram-se mundialmente conhecidas.


Da esquerda para a direita: Capa da popular revista inglesa "The Strand Magazine"
publicada em 20 de Dezembro de 1920, esta edição trazia as 2 primeiras fotos de Fadas , feitas por
Elsie e Francis em 1917.
  A segunda capa, publicada Março de 1921, trazia as 3 novas e últimas fotos de Fadas, feitas por Elsie e Francis em 1920.  Nas edições da "The Strand Magazine",
 a verdadeira identidade das meninas e o local onde moravam,  foram preservados.
A terceira capa refere-se ao livro de Sir Arthur Conan Doyle, publicado em 1922, na obra ele escreve sobre o tema das Fadas, inspirando-se claramente nas fotos de Elsie e Francis.
     
Doyle também escreveria um livro em 1922 sobre o tema, já com os nomes verdadeiros
 das meninas, com a permissão das respecitvas famílias.
A obra de Conan Doyle foi entitulada “The Coming of the Fairies”.
Toda esta exposição acabou colocando Yorkshire no mapa para sempre!
O outrora pacato Vale de Cottingley , rapidamente tornou-se local de visitação p/ curiosos, repórteres e estudiosos.
Elsie e Francis também eram facilmente reconhecidas pelo público através da imprensa.
Ambas foram consideradas autênticas videntes por E. L. Gardner e pelo clarividente Geoffrey Hodson. 
Este último também conheceu as meninas e têve certeza de que ambas possuíam dons de clarividência como relata em seu livro" O Reino dos Devas e Espíritos da Natureza".
E assim querendo ou não, as pequenas de Yorkshire tornaram-se famosas.

Desde então, as primas ficariam associadas às polêmicas fotos de Cottingley.
E estas imagens, afetariam para sempre o rumo de suas vidas.


Da esquerda para a direita: Elsie Wright em 1917,  em seguida, um modelo de câmera similar (Butcher 1/4)
  ao utilizado pelas meninas para fotografarem fadas. 
E em terceiro lugar, a pequena  Francis Griffiths em 1917.

Anos mais tarde já idosas, elas admitiram que as fotos eram apenas recortes de fadas em papelão, presas às folhagens com alfinetes.
Para os céticos isto foi o suficiente, mas para espiritualistas e o público, não.
Teosofistas e esoteristas que defendiam a veracidade destas fotos, acreditavam que Elsie e Francis assim procederam, para preservarem o Vale e suas Fadas, de curiosos e exploradores.

O tempo  passava. ...e fotógrafos, céticos e teosofistas não chegavam a uma conclusão. 
As opiniões sempre divergiam em algum ponto e as dúvidas persistiram por anos. 
E mesmo com a confissão de Elsie e Francis  já adultas,  o mistério continuou e agregou  
 também o fascínio que toda a história remetia. 


Uma  bela vista do arvoredo  próximo ao riacho de Cottingley,
 mostrando um  círculo ou anel de Fadas.

As imagens tocaram profundamente o imaginário coletivo britânico.
 Elas evocavam nas pessoas, esperança e pureza. 
Sentimentos adormecidos num período extremamente duro p/a Europa do começo do Seculo XX, 
a Primeira  Guerra Mundial.

Por esta e tantas outras razões,  as fotos das Fadas de Cottingley ainda hoje despertam encanto e suscitam intermináveis discussões.
E suas autoras, as primas Elsie (1901- 1988) e Francis (1907- 1986), para sempre serão lembradas como as delicadas inglesinhas que fotografaram Fadas.


AS FOTOS DAS FADAS DE COTTINGLEY FEITAS PELAS PRIMAS ELSIE E FRANCIS ENTRE 1917 A 1920


FOTOGRAFIA NÚMERO 1 - FRANCIS E AS FADAS


Fotografia tirada por Elsie, em julho de 1917. Câmera Midg Quarter. Distância aproximada: 
1 1/2 metros. Tempo: 1,5 m de segundo. Dia de Sol.


FOTOGRAFIA NÚMERO 2 - ELSIE E O GNOMO


Fotografia tirada por Francis, em Setembro de 1917. Câmera: Midg Quarter.

FOTOGRAFIA NÚMERO 3 - FRANCIS E A FADA SALTITANTE


Fotografia tirada por Elsie, em agosto de 1920. Câmera: Cameo Quarter.

FOTOGRAFIA NÚMERO 4 - FADA OFERECENDO UMA FLOR A ELSIE


Fotografia tirada por Francis em 1920. Câmera: Cameo Quarter.


FOTOGRAFIA NÚMERO 5 - AS FADAS E SEU BANHO DE SOL


Fotografia tirada por Elsie, em 1920. Câmera Cameo Quarter.

O.B.S: Se você gostou da fascinante história das Fadas de Cottingley acesse o Site
COTTINGLEY.NET
E assista também o filme“O Encanto das Fadas” (Fairy Tale: A True Story) produzido em 1997.

IMAGENS DO FILME "O ENCANTO DAS FADAS" ou "
FAIRY TALE: A TRUE STORY" - ANO DE PRODUÇÃO 1997


Elsie Wrigth (Atriz Florence Hoath) encontra a Rainha das Fadas, em seu quarto.



Francis Griffiths (Atriz Elizabeth Earl) encontra um Elemental das Águas no riacho de Cottingley.

FONTES DAS IMAGENS INSERIDAS NESTE POST EM ORDEM SEQUENCIAL

Arquivos de Lilly Rose, www.thegalaxyexpress.com, www.cottingley.net, www.enwikipedia.org, www.tswiki.net, www.worldpress.com, www.worldpress.com, www.worldpress.com,
 www.cottingley.net, www.cottingley.net, www.cottingley.net,
www.stone-circles.org.uk, Arquivos de Lilly Rose, Arquivos de Lilly Rose, Arquivos de Lilly Rose, Arquivos de Lilly Rose, Arquivos de Lilly Rose, www.cdnstatic.com, www.cdnstatic.com

Aromas de Rosas...
Lilly Rose

quarta-feira, 16 de julho de 2014

FADAS, ELFOS E DUENDES - ELEMENTAIS PROTETORES DAS RELVAS

Texto de Lilly Rose. Adaptado de Elsie Dubugras, "Elementais - Os Deuses da Natureza", Planeta Extra, Editora Três. Imagem 1 Fonte:www.lecoffredecasea.com - Imagem 2 Fonte:www.lecoffredecasea.com, Pintura de Sylvia Polster - Imagem 3 Fonte:www.static.blogstorage.hi.pi - Imagem 4 Fonte:www.google.com, Duendes Irlandeses, Penny Parker e L.R.


FADAS, ELFOS E DUENDES - ELEMENTAIS PROTETORES DAS RELVAS


No Reino Invisível é notório que Elementais possuem diversas Missões, sempre em benefício da Preservação de nosso Planeta.

As Fadas, Elfos e Duendes, entre outras atribuições Divinas formam um laborioso Grupo Etéreo de proteção as Verdejantes Relvas.


AS FADAS DAS RELVAS

As Fadas sobrevoam as Relvas, lançando salutares e revigorantes energias sobre as Plantas. É comum em meio a esta tarefa dançarem em graciosos círculos, sempre comandadas por uma Entidade Superior de seu Reino como um Deva.

Estas Fadas de pequena estatura (entre 6 a 10 cm), pertencem a uma singular espécie. Sua aparência como das demais Fadas é Feminina, contudo apresentam um claro diferencial; suas Asas são de formato Oval.



OS ELFOS DAS RELVAS


Os Elfos que auxiliam Fadas e Duendes no Crescimento e Preservação das Relvas, geralmente possuem de 7 a 10 cm de altura. Seus pés e mãos são desproporcionais ao restante de seu corpo. As pernas são muito finas, as orelhas levantadas assemelham-se ao aspecto de uma Pêra, com a parte superior pontuda. O nariz é igualmente fino e longo.

No interior de suas bocas não encontram-se dentes ou línguas. A boca é grande porém delicada com textura similar a gelatina.

Neste trabalho de Proteção as Relvas, os Elfos apreciam mais a companhia das Fadas. Pois os Duendes costumam trabalhar, mesmo numa missão conjunta a outros Elementais, isolados próximos de suas Aldeias, abaixo da terra.

A satisfação de estarem junto as Fadas estimula por demais aos alegres Elfos. Eles começam a brilhar em uma tonalidade esverdeada muito parecida com a da própria Relva.

O conjunto é belíssimo de ser admirado por olhos bem treinados. Elfos e Fadas sobrevoam com suavidade as Relvas nutrindo toda parte aérea das Plantas.

Elfos vivem sempre em grupos, portanto é facil visualizar nestas ocasiões suas Auras entrelaçarem-se as de seus Companheiros ou as das Fadas.
Ou seja, os pequeninos Elfos estão interligados à Vida Celular das Relvas e de outras Plantas. Desta maneira, colaboram para a formação física e saudável das mesmas junto as Fadas.



OS DUENDES DAS RELVAS


Os Duendes preferencialmente costumam vestir trajes medievais, não sendo relevante a época em que os enxerguemos. Lhes agrada por demais casacos marrons com vistosos botões, uma bela gola ornamental, botas resistentes ou sapatos longos.

Suas cabeças são cobertas por Barretes pontudos ou Chapéus com abas. Seu aspecto contudo pode variar ligeiramente conforme a Região que habitarem. Alguns são pequeninos e rechonchudos, outros já são bem mais altos (no máximo até uns 15 cm) e esguios.

Quando trabalham junto a Fadas e Elfos p/o Crescimento e Preservação das Relvas, unem suas energias a de seus companheiros Etéreos. Mas para isso isolam-se poucos pés abaixo da terra, nutrindo as Raízes Vegetais e Rochas. Nas Rochas normalmente estão sitiadas suas Aldeias. E nas Aldeias de Duendes as Figuras Femininas não costumam entrar.

Os Duendes são excelentes observadores do Ser Humano. E procuram imitá-lo em diversas atividades. Com o poder de transmutar suas "formas-pensamento" facilmente conseguem por exemplo, copiar algum traje Humano que lhes agrade.



Aromas de Orquídeas...

Lilly Rose

BELA FADA.... DIGA-ME O QUE VESTES E TE DIREI QUEM ÉS

Uma Fada "Anjana" -Imagem Fonte:www.layoutsparks.com

Texto de Lilly Rose. Inspirado e adaptado de Alejandra Ramírez, El Gran Libro de las Hadas, Editora Libsa


BELA FADA... DIGA-ME O QUE VESTES E TE DIREI QUEM ÉS.

Embora o velho ditado afirme que o "hábito não faz o monge", em seres tão primordiais como as Fadas, sua maneira de trajarem-se, pode revelar-nos como elas são. Bem como seu temperamento e estilo de vida.

A maioria das famílias de Fadas são de natureza vaidosa e gostam de apresentarem-se muito atraentes.

"Dancing Fairies"- Imagem Fonte: www.care2.com

Por isso seu vestuário, além de dinstinguir estas "famílias" ou categorias, também pode definí-las. O que nos permite intuir como são estes graciosos seres.

Algumas Fadas escolhem para adornarem-se vaporosos vestidos de tule, ou belas túnicas de seda branca.

Uma Fada da Categoria das "Damas Brancas"
Imagem Fonte:www.worldpress.com

Estes trajes são típícos de Fadas como as "Anjanas", "Fadas Madrinhas" e "Damas Brancas".

Tradicionalmente a cor branca relaciona-se com a pureza e bondade. Logo, os vestidos destas Fadas nos indicam que estaremos diante de uma Fada Benéfica ou Protetora.

Outras preferem a cor Verde, a cor da Natureza, das folhas e grama.
Esta cor possibilita-lhes "mimetizarem-se" ao meio ambiente. Facilmente então, confundem-se a nossos olhos c/o verde da natureza. O que torna extremamente difícil sua visualização.

Duas Fadas da Categoria das "Damas Verdes" - Imagem Fonte: www.fantasy-backgrounds-wallpapers.com

A cor verde nos revela a familia das "Fadas Travessas e Brincalhonas". Nesta categoria temos como exemplo as "Damas Verdes". Sua principal característica é divertirem-se constantemente. E se tiverem uma chance, até zombarão de algum incauto mortal...

O traje verde da famosa "Fada Sininho" (a Fada de Peter Pan) bem como seu temperamento, denotam claramente o perfil caprichoso e brincalhão deste grupo de Fadas.

A vaidosa e travessa Fada Sininho representa uma Fada da Categoria das "Damas Verdes" - Imagem Estúdios Disney - Fonte: www.layoutsparks.com

Para alguns autores a roupa Verde, nos sinaliza que a Fada em questão é um ser etérico de natureza migratória ou gregária.

Já o traje vermelho, representaria uma Fada solitária.
Esta constatação encaixa-se perfeitamente à algumas fadas de origem irlandesa.
Uma Fada Irlandesa e seu belo Traje Vermelho -Imagem Fonte: www.layoutsparks.com

Mas o que dizer das Fadas que preferem não usar roupas, ou das que trajam-se com peles de animais ? Ou ainda... aquelas que se vestem com ricos bordados de ouro ?

Como podemos perceber muitas Categorias de Fadas, fogem a esta regra: "vermelho/verde", para serem definidas ou caracterizadas.

As "Aguanes" por exemplo ou as Guardiãs dos belos Bosques Italianos, preferem cubrir-se com peles de animais. Seu papel na Natureza, é o de proteger tais encatadores bosques.

Uma Fada "Aguane" com peles de animais, mimetizando-se num Bosque. Imagem Fonte: www.worldpress.com

Portanto, não é de estranhar-se que também apreciem o tom verde das florestas.
E que falem fluentemente a linguagem dos Bosques.

Por sua vez, as temperamentais Fadas "Rusalkies", optam por não usarem roupas. O máximo de adorno que aceitam são apenas delicadas folhas pelo corpo.

Uma Típica Fada Rusalki - Imagem de Brian Froud - Fonte: www.layoutsparks.com

A estreita relação de uma "Rusalki" com a Mãe Natureza lhe permite controlar a chuva e o vento.

E seu humor altera-se de acordo com as mudanças do meio, logo é mais que natural que aprecie seu corpo despido.

Finalmente citaremos as Fadas Aristocráticas. Seriam elas as Fadas "Shides" da Irlanda e Escócia.

Uma Fada Aristocrática da Categoria "Sidhe" - Elegância em uma única cor e majestade natural. Imagem Fonte: www.worldpress.com

Estas Fadas vestem-se explêndidamente. Estamos nos referindo à trajes de tule, bordados, laços e véus. Tudo com muita elegância e cor. É a nobreza trazendo o destaque para o Reino das Fadas.

Estas delumbrantes Fadas, frequentemente escolhem um vestido de uma única cor.
Belíssimo, contudo simples e confortável. Na cabeça apenas uma singela coroa de flores em seus macios cabelos.

Aqui, a beleza está na simplicidade do traje. A majestade e luxo ficam por conta do estilo da elegante Fadinha.

De fato..."o hábito não faz o monge", mas nos ajuda a reconhecer graciosas Fadinhas ! - Imagem "Faery Princess" Autor Brian Froud, Fonte: www.worldpress.com

Como dissemos desde o início deste texto. O "hábito não faz o monge" porém, entre as Fadas ele é um referencial para sua caracterização.

E se elas são seres bem menos complexos que o ser humano, porque deveríamos estranhar sua simplicidade ao vestirem-se ?

Aromas de Rosas...

Lilly Rose

sexta-feira, 11 de julho de 2014

UMA MAGIA CELTA PARA A FELICIDADE


Texto de Lilly Rose. Inspirado e Adaptado de Montse Osuna, O Livro Secreto da Magia Celta, Editora Universo dos Livros. Imagem Fonte: www.magickalgraphics.com

O.B.S: Este Encantamento não deve ser realizado por Crianças(exceto se estiverem acompanhadas por seus Pais) ou Pessoas Portadoras de Diabetes


UMA MAGIA CELTA PARA A FELICIDADE


Quando estivermos nos sentindo sozinhos ou deprimidos, busquemos um pouco de Felicidade através da Magia Celta.

Descreveremos aqui um pequeno mas eficaz Encantamento Celta, que nos proporcionará bem estar, alegria, felicidade, animação e harmonia para nosso Eu Interior.

Este Encantamento era muito conhecido pelos Celtas, principalmente porque dele se valiam os Druídas. Eles os utilizavam em Celebrações Anuais e Festividades Familiares, para garantir a Magia Lúdica e Benfazeja entre seu Povo.

Um dos efeitos imediatos deste Encantamento é afastar a tristeza, melancolia e depressão.

MATERIAL NECESSÁRIO

A- Uma Vela Vermelha.

B- Uma dúzia de Flores de Jacinto.

C -Uma pedra(rolada, ou sem pontas) de Ágata ou Rubi.

D - Uma Fita de Tecido ou Cordão na Cor Azul.

E- Um Torrão de Açúcar.


MELHOR HORÁRIO PARA O ENCANTAMENTO

Ao Meio-Dia preferencialmente( não obrigatóriamente) em um Domingo de Primavera ao Ar livre, em local seguro e tranquilo(pode ser o quintal de sua Casa).


COMO PROCEDER PARA REALIZAR A CONTENTO ESTE ENCANTAMENTO

Devemos acender a Vela vermelha e colocar diante dela a Pedra que escolhemos, rodeando Vela e Pedra com o cordão ou fita azul.

Em seguida traçemos um Círculo em volta, com as belas Flores de Jacinto.
Feito isso, abriremos amplamente nossos braços em Cruz. Olhemos então, fixamente para a chama da Vela e recitemos as seguintes palavras:

"Que Estas Vibrações Emanadas Por Este Belo Altar,
Nos(Me)deêm Alegria para sempre Desfrutar e Multiplicar"


Por fim levemos à boca o Torrão de açúcar, cruzando os braços sobre o peito e fechemos nossos olhos.

Concentremo-nos de todo o Coração, para recebermos as Vibrações lúdicas e puras, enquanto o açúcar dissolve-se suavemente em nossa boca.

Ao abrirmos os olhos já sentiremos o frescor da Alegria adentrando novamente em nosso Ser. Apaguemos então a Vela com um Abafador. E deixemos as Flores e a Pedra no Local como forma de Agradecimento à Mâe Natureza.



Aromas de Orquídeas...

Lilly Rose